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Em Defesa da Independência Nacional João Ferreira do Amaral

Em Defesa da Independência Nacional

João Ferreira do Amaral

Published
ISBN :
Paperback
144 pages
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 About the Book 

NA CONTRACAPAA escolha do Mestre de Avis como Regedor e Defensor do Reino marcou um ponto de viragem. Portugal recusava o jugo de Castela. E cristalizava na nação o sentimento de independência nacional. O sentimento permanece intacto, até hoje. Mas aMoreNA CONTRACAPAA escolha do Mestre de Avis como Regedor e Defensor do Reino marcou um ponto de viragem. Portugal recusava o jugo de Castela. E cristalizava na nação o sentimento de independência nacional. O sentimento permanece intacto, até hoje. Mas a soberania – perdida durante o domínio filipino – está outra vez ameaçada.Vivemos num País que não tem a liberdade de fixar o salário mínimo nacional- ou sequer de restabelecer a linha aérea Lisboa-Bragança.São exemplos menores de um mal maior. Conforme argumenta João Ferreira do Amaral, ao perdermos autonomia monetária e económica, abdicámos da soberania. E novas ameaças se perfilam. O passo seguinte é submeter os orçamentos de estado à aprovação de Bruxelas. E passarmos anos ao serviço dos interesses germânicos por termos uma dívida superior a 60% do PIB.Passados seis séculos, já não nos ameaçam os exércitos de Castela, mas antes uma legião de burocratas europeus. Usam outras armas, legislativas e económicas. E, comandados por uma omnipotente Alemanha, empurram o Velho Continente para um perigoso federalismo, que castigará pesadamente as nações mais fracas.Que a doutrina federalista ganhe força perante a passividade francesa, ultrapassa-nos. Mas que a sujeição à tirânica norma alemã se faça com o consentimento das elites portuguesas, é inadmissível. Foram elas as principais beneficiárias dos anos gordos europeus. É a elas que compete romper com a nossa subserviência.Em Defesa da Independência Nacionalé o patriótico manifesto de um professor de Economia, que aborda um tema tabu: o sentimento de pertença a uma nação. Invoca as razões históricas e culturais, recorda-nos a literatura sobre o tema, deslinda o enredo de interesses pessoais e económicos que nos conduziram aqui. E apresenta a solução. Permanecer na Europa é inevitável. Viver num mundo globalizado é uma oportunidade. Mas enquanto nação soberana. E não como uma junta de freguesia europeia.